terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sonho de consumo...

Sem comentários...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Tão fácil te querer 2009


Tão fácil te querer 2009!
Vou te abraçar de verdade 2009!!!

Não, eu não lamento nada!


Gosto muito de ouvir Edith Piaf, e principalmente de "Non, je ne regrette rien".

Em sua biografia, fica bem definido o papel desta música na vida da cantora. Piaf a recebe de presente e ao ouvir os primeiros acordes diz: "Este é o hino da minha vida". Isto é minha vida. EU NÃO LAMENTO NADA, TUDO ISSO SOU EU MESMO.


Que alma grandiosa, saber entoar uma canção como essa depois de tudo que passou. Fiquei com esse ensinamento e inspiração de vida e obra de Edith Piaf. Caminhei por Montmartre, orgulhosa de saber que por ali, Piaf também entoou seus cantos nos becos, esquinas e bares. Sofreu, viveu, amou e cantou a dor da alma.

Quando preciso fazer um balanço de minha vida, reprogramar meus projetos e agradecer bençãos recebidas, esta música de Piaf me conforta. Valeu, tinha que ser assim!

Vem chegando um ano novinho em folha e vou me despedindo de 365 dias vividos com alegrias, surpresas, dores, decepções, bons e maus momentos. Resgato a frase de Piaf e repito: Eu não lamento nada, nem o bem o mal, tudo isso sou eu mesmo.

Feliz Ano Novo e desejo a vocês: La Vie En Rose!

Non, Je Ne Regrette Rien
Edith Piaf



Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!

Non! Rien de rien,

Non! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

 
Não! Nada de nada.
Não! Não lamento nada.
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada.
Não! Eu não lamento nada.
Nem o bem que me fizeram

Nem o mal - isso tudo me é igual!

Não, nada de nada.


Não! Eu não lamento nada.

Está pago, varrido, esquecido

Não me importa o passado!
Com minhas lembranças


Acendi o fogo

Minhas mágoas, meus prazeres

Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus tremores

Varridos para sempre

Recomeço do zero.



Não! Nada de nada.

Não! Não lamento nada.

Nem o bem que me fizeram

Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada.

Não! Não lamento nada.

Pois, minha vida, pois, minhas alegrias

Hoje, começam com você!








sábado, 13 de dezembro de 2008

Cenas de filmes

Grandes obras da escritora inglesa Jane Austen foram adaptadas para o cinema: Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito, A casa do Lago.
No filme " A casa do lago" tem uma cena linda. Sandra Bullock e Keanu Reeves dançam de improviso a música "This never happened before " de Paul McCartney.
A música é linda, a cena emociona!
Quem não assistiu, vale a pena!
Acessem o clip no link abaixo:

domingo, 7 de dezembro de 2008

Viver

"Viver e não ter a vergonha de ser feliz" (Gonzaguinha)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sobre o Amor

"A mais terrível pobreza é a solidão e o sentimento de não ser amado".

"Se você julga as pessoas não tem tempo de amá-las".


"Tenha fé nas pequenas coisas, pois são nelas que sua força reside".


Madre Teresa de Calcutá

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Culpa Zero

Dezembro chegou e 2009 vem pintando por aí! Fico aqui pensando nas cores que vou colocar nessa aquarela.
Reviro meus pensamentos e faço projetos.

Na semana passada começei a me preparar prá despedida de 2008.

Geralmente faço meu ritual de passagem no dia 31/12. Faço minhas preces, agradeço e me preparo com alegria e coragem prá receber de peito aberto o Ano Novo.


Já possuo várias anotações , cada uma numa folha em separado:

- Coisas que me fizeram feliz em 2008. A lista está enorme. A todo momento me lembro de algo, vou lá e boto no papel.Foram tantas emoções! E 2008 ainda tá no ar! Algumas estarão num álbum de fotos que estou montando.

- Acontecimentos que me deixarem triste em 2008. "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!"

- Projetos para 2009. Com direito a dar vexames de amor, pagar mico, etc....
Quando eu estiver com tudo pronto, prometo publicar alguns tópicos.
O texto abaixo veio a calhar. Recebi hoje, da minha filha Fernanda. Viajem...


"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.


Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido as refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe a noite, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, estudo, levo o carro no mecânico, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão, levo o cachorro passear e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros. Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.


Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.

Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.


Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.

Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.


É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar... curtir os filhos.. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.


A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Mulher é mulher, não pode parecer um homem!


Se o trabalho é um pedaço de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher independente, fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.


Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante ".


Martha Medeiros - Jornalista e escritora